Logística
Cross Docking
Publicado em 20/5/2013 10:32:55 por Isabel Cardeal
Logística
Exigências e Restrições crescem sobre as Operações Logísticas e preocupam.
Publicado em 28/6/2012 16:56:47 por Modus Logística
Quando falamos de terceirização em logística no Brasil a associação mais frequente é com a figura dos Operadores Logísticos (3PL), com presença significativa no mercado de pouco mais do que 10 anos. Frequentemente ignoramos que transportes é um processo onde prevalece a terceirização há décadas.
Herdamos dessas décadas de terceirização de transportes, a dificuldade de entender o provedor como de fato "parceiro". A palavra já é utilizada há muito tempo, mas salvo exceções, até hoje não caracteriza a postura e ações do tipo "ganha-ganha". O desvio nasceu na compra de transportes e contaminou a de armazenagem, movimentação, "customer service" e outras típicas dos Operadores.
O desvio de que tratamos é o do modelo de negociação focado em competição entre os dois lados: quem e quando tiver mais poder na negociação, circunstancial ou não, quem estiver mais bem aparelhado para negociar, abocanhará a maior fatia da margem do outro.
No ambiente de operações em que vivemos hoje, repleto de restrições nas entregas urbanas, com o aumento do rigor da legislação trabalhista para motoristas, embora presente nos CDs há décadas, e com um ambiente de negócios cada vez mais exigente em termos de Nível de Serviço e de Integração na Cadeia de valor, quanto tempo ainda precisamos para que a Integração entre Provedor Logístico e Embarcador aconteça para valer.
E você, qual sua opinião? Fica o convite para discutirmos o caminho do "ganha-ganha" e de como obter o melhor resultado de tomadas de preços e bids.
Logística
Sistema de Gerenciamento de Armazéns: WMS
Publicado em 3/5/2012 08:30:27 por Por Ciclo
Quais são as dificuldades enfrentadas e os principais fatores determinantes para um WMS eficiente?
Reduzir custos e melhorar a eficiência operacional são alguns dos benefícios que um WMS oferece, porém algumas empresas ainda enfrentam dificuldades na sua gestão e manutenção, 58% delas já estão atualizando ou implementando um novo sistema de gestão de armazéns para os próximos 18 meses. Um WMS inflexível pode arrastar para baixo a produtividade e colocar em risco os negócios da empresa.
Em busca de descobrir quais são os fatores e os problemas enfrentados pelas empresas na utilização do WMS colocamos a seguinte discussão nas redes sociais: Quais são as dificuldades enfrentadas e os principais fatores determinantes para um WMS eficiente? A pergunta atraiu vários comentários e as opiniões a seguir são exclusivamente de gerentes e especialistas da área de logística, Supply Chain e T.I.
Cada empresa atua com um WMS conforme sua necessidade, por isso para cada uma há particularidades que devem ser adotadas de acordo com suas necessidades, cabendo aos gestores e aos operadores do sistema solicitarem customizações para um melhor funcionamento. Na sua implementação, é necessário não só um sistema que funcione bem, mas também pessoas capacitadas a operá-lo. Percebeu-se que com o tempo muitas das falhas e das dificuldades encontradas na implantação de um WMS são as humanas, ou seja, na operação e no manuseio incorreto do sistema.
É preciso alcançar um sistema tecnologicamente atualizado, capaz de acompanhar o desenvolvimento das operações da empresa e planejar ações para a sua aderência envolvendo fatores determinantes para sua eficiência, como por exemplo: o processo/operação, capital humano e a infraestrutura. Enfim, processos, pessoas e tecnologia cada vez mais necessitam de uma administração estratégica, com a visão de que mudanças devem ser admitidas.
Bibliografia: artigo publicado em 2011, na edição de agosto da Revista Intralogística.
Logística
Logística Reversa
Publicado em 11/4/2012 15:49:30 por Por Ciclo
Como as empresas respondem a essa tendência?
O consumo consciente, o aquecimento global, a escassez de recursos naturais e diversas outras situações relacionadas com a sustentabilidade tem se tornado cada vez mais frequente em discussões no mundo empresarial. Cresce a consciência de que preservar o meio ambiente, não é mais um diferencial e sim uma questão de sobrevivência.
Explorar conceitos da logística que possam proporcionar um desenvolvimento sustentável nas empresas é o grande desafio. E este desafio começa com uma operação logística já bastante conhecida, a logística reversa.
Em termos práticos a logística reversa tem como objetivo principal reduzir a poluição do meio ambiente e os desperdícios de insumos, assim como a reutilização e reciclagem de produtos. O reaproveitamento de materiais e a economia com embalagens recicláveis têm acarretado ganhos que estimulam cada vez mais iniciativas e esforços para implantação da logística reversa.
Grandes corporações já compreenderam que a sustentabilidade empresarial está além de ações pontuais, e que deve ser desenvolvida como estratégia de crescimento e demonstração de virtude, mas ainda não são todas que têm essa percepção. Por isso decidimos entender o porquê ainda existem empresas que ignoram a sua utilização. Colocamos então em discussão nas redes sociais a seguinte questão: “A logística reversa pode construir vantagens competitivas como diferenciação da marca e fidelização de clientes, porém muitas empresas ainda ignoram sua importância? Por que isso acontece?”
Em resumo dos 50 comentários feitos por profissionais da área, ficou claro que muitas empresas ignoram sua importância porque concentram seu foco no lucro imediato e visível, sem pensar no desenvolvimento de uma responsabilidade social e ambiental. Os motivos para a não implementação de acordo com os comentários feitos são: falta de visão mais ampla do marketing de pós-venda, desconhecimento efetivo do funcionamento de uma cadeia de logística reversa, falta de cultura corporativa com relação a prática de serviços de pós-venda e de pós-uso, desconhecimento de legislações de proteção ao consumidor, medo de absorver eventuais aumentos de custos logísticos e, finalmente, total miopia empresarial. O custo alto e a falta de retorno financeiro também são os grandes vilões da implementação da logística reversa.
Logística
Aumenta restrição de circulação para caminhões na cidade de São Paulo
Publicado em 1/12/2011 15:36:13 por Por Ciclo
A prefeitura da cidade de São Paulo anunciou a restrição da circulação de caminhões na Marginal Tietê e nove vias que formam o minianel viário. Segundo a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), esta foi a solução encontrada para forçar o transporte de cargas a utilizar o Rodoanel. Estima-se que as vias com restrição terão um ganho de 20% na velocidade média. Desta forma, a partir do dia 11 de dezembro os motoristas precisarão ficar atentos ás novas faixas de horário que restringem a circulação de caminhões na cidade, que valerá das 4h às 10h e das 16h às 22h, em caráter educativo.
Nas próximas semanas serão colocadas faixas nas vias para orientar os motoristas. E as multas começarão a ser aplicadas depois desta etapa. Será ampliada em duas horas a restrição adotada em outubro do ano passado na Marginal Pinheiros, na avenida dos Bandeirantes e em outras vias da zona sul. Nestes locais, a proibição passará a ser das 4h às 22h (atualmente é das 5h às 21h). Vias paralelas à Marginal do Tietê que poderiam ser utilizadas como caminhos alternativos para caminhões, também estarão vetadas para o transporte de carga.
Continuam fora das restrições os Veículos Urbanos de Carga (VUCs) e caminhões que transportam, por exemplo, materiais perecíveis. A companhia ainda pretende incluir mais vias da zona norte da cidade na lista de locais restritos.
Segundo a prefeitura, a principal razão desta medida é melhorar a fluidez do trânsito na cidade. Mas será que são os caminhões os causadores desse congestionamento? Segundo dados da CET, dos 350 mil veículos que trafegam por dia na Marginal Tietê, somente 20% correspondem aos caminhões. Antes de respondermos a esta pergunta e analisar se está medida irá atenuar o trânsito, devemos considerar também este cenário: o excesso de automóveis e motos, a má sinalização de trânsito, a inadimplência e falta de respeito dos motoristas, a má qualidade do transporte público, e assim verificar se realmente são os caminhões os responsáveis pelo trânsito.
Outro ponto a ser tratado: será que esta medida pode gerar uma crise de abastecimento dos bens de consumo não só na cidade, mas no país, caso as transportadoras tenham dificuldades em entregar e coletar as cargas?
Deixe aqui sua opinião sobre este assunto!
Fonte: Portal Transporta Brasil e Ciclo
Logística
Operadores e Integradores Logísticos
Publicado em 6/11/2008 13:20:19 por Portal Supply Chain
Confira uma entrevista com Ozoni Argenton, Diretor de Operações da Mclane, sobre OPERADORES e INTEGRADORES logísticos.
Quais são as principais diferenças entre operador e integrador logístico?
A diferença entre o Operador e o Integrador Logístico está na evolução das atividades desenvolvidas por cada um.
O Integrador Logístico é conhecido pelas atividades no desenvolvimento e customização de soluções para os clientes. Divide os riscos e retornos do gerenciamento logístico e é responsável por absorver e administrar todas as operações logísticas do cliente.
Já o Operador Logístico é tradicional nas operações voltadas para armazenagem, transporte e distribuição, além de oferecer pacotes de serviços de valores agregados e diferenciados para cada cliente, como por exemplo: cross-docking, rastreamento, monitoramento e gerenciamento de fretes, entre outros .
Por que ainda existem tantas dúvidas sobre esta definição de cada função?
A razão de ainda existirem dúvidas sobre o papel de cada um dos conceitos é que no Brasil o segmento de logística, além de se tornar um “modismo” nos últimos anos, é confundido ainda com as atividades voltadas somente aos serviços de armazenagem. Com os anos, as características dos operadores logísticos ganharam segmentação, e as empresas começaram a atender nichos de mercados específicos. Este fator contribuiu para a profissionalização do setor, assim como para a aceleração do processo de inovação tecnológica, sistêmica, operacional e conceitual. Baseado nestes aspectos, ganhou força a denominação 3PL (Third Part Logístics = Prestador de Serviços Logísticos), que é a essência do Operador Logístico na concepção total do seu conceito.
Sobre 4PL, o que você pode discorrer a respeito?
Na realidade, o 4PL é o integrador logístico - conceito utilizado por todas as entidades que atuam na logística mundial. Sendo assim, o 4PL não é uma novidade, e sim uma evolução do operador logístico tradicional, que vai além do 3PL e determina a concepção de gestão e execução dos core competences logísticos junto aos clientes.
No Brasil, o 4PL ainda é um desafio?
No País, podemos considerar que o 4PL ainda é apenas um conceito. Estamos iniciando a fase do 3PL, executando a concepção total de serviços e atividades logísticas aplicadas ao segmento de atuação de cada empresa. As companhias, ao adotar prematuramente esta denominação, correm o risco de não alcançarem o sucesso no mercado devido a falta de conhecimento real das atividades de um integrador logístico.
Ozoni, para concluirmos quais são suas considerações sobre o atual estágio da terceirização no Brasil, e para onde devemos caminhar?
Atualmente, o Brasil vive uma fase de consolidação dos operadores logísticos existentes. O País possui uma economia estável, na qual a competitividade está baseada no valor agregado que cada operador oferece aos clientes. Este fator impulsiona o investimento em profissionalização das equipes, inovação tecnológica, inteligência logística, entre outras atividades. Com isso, o conceito de 3PL é cada vez mais conhecido e consolidado no mercado, o que abre novos caminhos para que, a médio e longo prazo, as empresas possam entregar as operações de Supply Chain Management aos 4PLs.
